150 Anos de História Italiana no Brasil: Uma Homenagem em Palavras e Imagens

Foto:AISE Brasília – As celebrações pelo 150º aniversário da imigração italiana no Brasil foram concluídas com um evento de grande destaque na Embaixada da Itália em Brasília, no dia 5 de dezembro. O Embaixador Alessandro Cortese  apresentou um livro e um documentário dedicados ao impacto profundo e duradouro da presença italiana no país. O Embaixador Cortese (foto à esquerda), com seu compromisso incansável em fortalecer os laços culturais e históricos entre Itália e Brasil, destacou que o projeto não é apenas uma homenagem ao passado, mas também um símbolo da vitalidade das relações bilaterais. Em seu discurso, Cortese enfatizou o papel crucial da imigração italiana na construção da identidade multicultural brasileira, definindo a iniciativa como “uma ponte entre memória e futuro”. Sergio Comolatti: Um Exemplo de Sucesso e Identidade Italiana Entre os protagonistas do evento, destaca-se Sergio Comolatti, uma figura de referência na comunidade ítalo-brasileira e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Comolatti, uma holding que reúne renomadas empresas brasileiras com sede em São Paulo. Ex-presidente do grupo, Comolatti compartilhou seu testemunho sobre a contribuição dos imigrantes italianos para o progresso econômico e social do Brasil. Sua liderança simboliza a continuidade dos valores de resiliência e inovação que caracterizam os italianos desde os primeiros fluxos migratórios. Um Projeto de Memória e Compartilhamento O projeto foi realizado em colaboração com a Casa Editora e produtora Brasileira de São Paulo, sob a direção geral de Pedro Saad, e com o apoio da associação “Italia per San Paolo”, representada pela presidente Sandra Papaiz e pelo vice-presidente Graziano Messana. O livro, assinado por Claudia Fonseca, Adriana Marcolini e Marilúcia Bottallo, combina fotografias de época com imagens artísticas do fotógrafo Paulo Vitale, contando, de forma profunda e sensível, a trajetória dos primeiros imigrantes e sua contribuição para a construção de uma nação moderna. O documentário, com duração de 52 minutos, utiliza uma linguagem audiovisual envolvente para explorar o papel da cultura italiana na sociedade brasileira contemporânea, apresentando entrevistas com personalidades influentes dos setores artístico, político e econômico. Um Legado que Vive O evento, enriquecido pela presença de autoridades, membros da comunidade ítalo-brasileira e convidados ilustres, celebrou não apenas o passado, mas também as perspectivas de um futuro de colaboração. O aniversário será ainda mais homenageado em 2025 com iniciativas no estado do Rio Grande do Sul, como testemunho de uma tradição sempre viva. O Embaixador Cortese e Sergio Comolatti, com seus papéis de representação e liderança, simbolizaram o espírito desta celebração: uma história que não é apenas memória, mas energia para construir novas sinergias entre duas nações unidas por raízes profundas. Comolatti Sergio   L’Eredità Italiana in Brasile: Un Libro e un Documentario Celebrano 150 Anni di Storia Condivisa Brasilia – La celebrazione del 150° anniversario dell’immigrazione italiana in Brasile si è conclusa con un evento di grande rilievo presso l’Ambasciata d’Italia a Brasilia, dove il 5 dicembre l’Ambasciatore Alessandro Cortese ha presentato un libro e un documentario dedicati all’impatto profondo e duraturo della presenza italiana nel Paese. L’Ambasciatore Cortese, con il suo impegno instancabile nel rafforzare i legami culturali e storici tra Italia e Brasile, ha sottolineato come il progetto rappresenti non solo un omaggio alla storia, ma anche un simbolo della vivacità delle relazioni bilaterali. Durante il suo intervento, Cortese ha evidenziato il ruolo cruciale dell’immigrazione italiana nella costruzione dell’identità multiculturale brasiliana, definendo l’iniziativa “un ponte tra memoria e futuro”. Sergio Comolatti: Un Esempio di Successo e Identità Italiana Tra i protagonisti dell’evento spicca Sergio Comolatti, figura di riferimento della comunità italo-brasiliana e attuale presidente del Consiglio di Amministrazione del Grupo Comolatti, una holding che riunisce rinomate aziende brasiliane con sede a San Paolo. Comolatti, ex presidente del gruppo, ha portato la sua testimonianza sul contributo degli immigrati italiani al progresso economico e sociale del Brasile. La sua leadership è un emblema della continuità dei valori di resilienza e innovazione che hanno caratterizzato gli italiani sin dai primi arrivi. Un Progetto di Memoria e Condivisione Il progetto è stato realizzato grazie alla collaborazione con la Casa Editrice e casa di Produzione Brasileira di San Paolo, sotto la direzione generale di Pedro Saad, e con il sostegno dell’associazione “Italia per San Paolo”, rappresentata dalla presidente Sandra Papaiz e dal vicepresidente Graziano Messana. Il libro, curato da Claudia Fonseca, Adriana Marcolini e Marilúcia Bottallo, integra scatti d’epoca e fotografie artistiche firmate dal fotografo Paulo Vitale, raccontando con profondità e sensibilità il viaggio dei primi immigrati e il loro contributo alla costruzione di una nazione moderna. Il documentario, della durata di 52 minuti, utilizza un linguaggio audiovisivo coinvolgente per esplorare il ruolo della cultura italiana nella società contemporanea brasiliana, presentando interviste con personalità influenti dei settori artistico, politico ed economico. Un’Eredità che Vive L’evento, arricchito dalla presenza di autorità, membri della comunità italo-brasiliana e ospiti illustri, ha celebrato non solo il passato, ma anche le prospettive di un futuro di collaborazione. L’anniversario sarà ulteriormente onorato nel 2025 con iniziative nello Stato del Rio Grande do Sul, a testimonianza di una tradizione sempre viva. L’Ambasciatore Cortese e Sergio Comolatti, con i loro ruoli di rappresentanza e leadership, hanno incarnato lo spirito di questa celebrazione: una storia che non è solo memoria, ma energia per costruire nuove sinergie tra due nazioni unite da radici profonde. Giuseppe Arnò

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Rio de Janeiro – IX Semana da Cozinha Italiana no Mundo

  Abertura da IX Semana da Cozinha Italiana no Mundo encanta com elegância e sabores na Baía de Guanabara Sob o céu deslumbrante do Rio de Janeiro, a Câmara de Comércio Italiana, em colaboração com Consulado Geral da Itália, deu início à IX edição da “Settimana della Cucina Italiana nel Mondo” em um evento memorável a bordo de um luxuoso iate. A celebração marcou não apenas a rica tradição culinária da Itália, mas também o 150º aniversário da imigração italiana no Brasil. Com o tema “Dieta Mediterrânea: Cozinha das Raízes, Saúde e Tradição”, o evento foi um verdadeiro espetáculo de bom gosto e integração cultural. Autoridades diplomáticas, personalidades do setor gastronômico e convidados especiais participaram da cerimônia, que teve como pano de fundo a vista icônica do Pão de Açúcar e do Cristo Redentor, em um pôr do sol de tirar o fôlego. A Dra. Renata, presidente da Câmara de Comércio Italiana no Rio, liderou a ocasião com distinção, acompanhada pelo vice-presidente Rodolfo Theichner, especialista de renome no universo do café, e pela diretora Mara, conhecida por sua hospitalidade contagiante. Entre os convidados ilustres estavam o Cônsul Geral Massimiliano Iacchini, o Vice-Cônsul Marco Graziosi e suas esposas, além de representantes culturais e esportivos, como Marco Marica, do Instituto Italiano de Cultura, e Alfredo Apicella, delegado do Comitê Olímpico Nacional Italiano. O ponto alto da noite foi a celebração da gastronomia italiana, com pratos elaborados por chefs renomados que capturaram a essência dos sabores mediterrâneos. A experiência gastronômica reafirmou o papel da Itália como referência em sofisticação culinária e cultural, encantando os presentes com cada detalhe. O evento também destacou a atuação da ENIT (Agência Nacional de Turismo da Itália), que tem promovido o turismo italiano e o prestígio do “Made in Italy” em âmbito global. Sob a presidência recente de Barbara Oristanio, a agência reforça sua missão de conectar os encantos da Itália ao público brasileiro. Os discursos emocionados das autoridades, alinhados à beleza do cenário carioca, deram o tom para a abertura da semana, consolidando o evento como um símbolo da amizade ítalo-brasileira. O Cristo Redentor, com seus braços abertos, parecia acolher essa celebração de cultura, tradição e união, reafirmando o papel do Rio de Janeiro como palco ideal para momentos únicos como este. A IX Semana da Cozinha Italiana no Mundo promete continuar encantando com uma programação que une o melhor da culinária, arte e hospitalidade italiana em solo brasileiro, fortalecendo os laços entre os dois países. Alfredo Apicella

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Occasione persa: il politico distratto e la stampa dimenticata

  di un osservatore curioso Si narra che i giornalisti italiani siano i più a sinistra d’Europa, con una propensione tale da far arrossire persino il sole al tramonto. Lo certificano studi e statistiche che, con numeri e grafici, ci raccontano una verità quasi poetica: le penne italiane tendono a scivolare verso una sola direzione, lasciando i lettori moderati a navigare in acque spesso turbolente e poco equilibrate. Questa inclinazione, ahimè, non passa inosservata. Il cittadino moderato, leggendo le cronache intrise di partigianeria, inizia a sentirsi come un ospite non invitato a un banchetto dove il menù è deciso da altri. Così, a poco a poco, si allontana. La fiducia evapora, lasciando dietro di sé un vuoto che né i politici né i giornalisti sembrano voler colmare. Poi c’è la stampa moderata, quella neutrale, che resiste eroicamente come una specie in via d’estinzione. Ma anche lei, poveretta, viene spesso risucchiata dalla forza gravitazionale delle correnti ideologiche dominanti. Per fortuna, una nuova legge europea promette di proteggerla da ingerenze politiche ed economiche, come un cavaliere medievale armato di regolamenti e clausole. E i politici, in tutto questo? Ah, loro. Fanno le loro scelte, a volte discutibili, come quando al recente G20 di Rio de Janeiro un noto rappresentante del popolo ha preferito il fascino della “Cidade Maravilhosa” a un incontro con la stampa neutrale. Peccato, perché quella stampa avrebbe potuto fare da ponte verso i connazionali lontani, quelli che vorrebbero sentirsi ancora parte di una comunità legata al proprio Paese. Ma tant’è. Se il politico dimentica il suo popolo, rischia che il popolo dimentichi lui. E come nella Bibbia, il cittadino deluso potrebbe sussurrare: “Signore, il mio politico mi ha dimenticato”. Forse, un giorno, anche il politico si troverà a riflettere amaramente: “Signore, il mio popolo mi ha dimenticato”. Ma chi è causa del suo mal, si sa, pianga se stesso. O magari scriva un editoriale, sperando che almeno quello venga letto. Redazione

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Nemo propheta in patria?

“Nemo propheta in patria?” Non è esattamente il caso, ma saremmo tentati di dirlo! Il Presidente del Consiglio italiano, Giorgia Meloni, ha conquistato il ruolo di terza carica dello Stato, un traguardo unico nella storia della Repubblica Italiana per una donna, grazie alla sua coerenza, integrità e abilità politica. L’Italia è passata da una fase di “non governo”, caratterizzata da esecutivi instabili e di breve durata, a un governo finalmente solido e duraturo.Tant´è! Alcune promesse elettorali della Meloni sono state mantenute, come quelle relative al PNRR e alla riforma fiscale; altre sono in fase di attuazione o in attesa di concretizzarsi. Tuttavia, facendo un bilancio onesto, possiamo affermare che gli aspetti positivi hanno prevalso su quelli negativi. Non vogliamo essere banali, ma se la Meloni non riesce a mantenere tutte le promesse, dobbiamo ricordare che non ha di certo poteri straordinari per risolvere ogni problema con una bacchetta magica. Sia chiaro: non ci rifacciamo alla parabola di Menenio Agrippa per convincere i suoi oppositori che la Meloni sia indispensabile per un buon governo anche perché, come affermava Nietzsche, “ciò che noi facciamo non viene mai compreso fino in fondo, ma soltanto lodato o biasimato”. Eppure, se in patria le lodi talvolta scarseggiano, dall’estero arrivano consensi e riconoscimenti: testate come il Financial Times, Le Figaro, The Economist, The New York Times, la Frankfurter Allgemeine Zeitung, Les Échos, Le Monde e Der Spiegel testimoniano un apprezzamento internazionale concreto. Se davvero “Nemo propheta in patria”, noi italiani all’estero non possiamo restare a guardare. A prescindere dalle preferenze politiche, è giusto riconoscere chi ha contribuito a migliorare l’immagine dell’Italia nel mondo, trasformando il nostro Paese in un modello di convivenza pacifica e tutela dei diritti fondamentali. In questo spirito, la Stampa italiana in Brasile (Asib), in collaborazione con Askanews, ha deciso di rendere omaggio al Presidente Meloni, indipendentemente dalle inclinazioni politiche, in riconoscimento del suo ruolo nel rafforzare l’immagine dell’Italia a livello globale. Un omaggio che vuole essere un invito a guardare oltre le differenze interne per celebrare chi, con impegno, valorizza il Paese nel rispetto dei principi di libertà e uguaglianza.” Giuseppe Arnò Presidente Asib (Associazione Stampa Italiana in Brasile)

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La pace: sogno, utopia o progetto

Tre giovani fratelli vicentini di Chiampo in Brasile: Davide, Maria e Riccardo raccontano la loro esperienza Di Sabrina Germi   La storia dell’umanità, nel passato e nella contemporaneità, è trapuntata da conflitti: dall’Ucraina alla Palestina, dal Myanmar allo Yemen, ad oggi sono 161 i paesi nel mondo (le cifre, sempre altissime, oscillano a seconda delle fonti e delle classificazioni) che registrano eventi conflittuali, alcuni a “bassa intensità”, altri ad “alta intensità”. Non solo la storia delle nazioni vive sui conflitti, ma anche quella degli individui: si inizia alla nascita con il travaglio, la fatica di venire al mondo, e si dispiegano nella vita fino all’ultimo conflitto, l’agonia, quando c’è, dove si combatte l’ultima battaglia tra vita e morte. E in mezzo ci sono i conflitti che accompagnano la vita di tutte le persone.   Come prevenire il conflitto? Molti conflitti insorgono per la difficoltà che abbiamo nel riconoscere la diversità dell’altro: siamo tra uomini simili per molti aspetti, ma al contempo anche “diversamente simili”. C’è un legame forte tra riconoscimento e identità, perché la seconda è plasmata e strettamente connessa al primo: il misconoscimento si può trasformare in dolorosa ferita capace di paralizzare e bloccare la crescita. Per prevenire il conflitto è necessario un lavoro preparatorio volto a sviluppare in noi la capacità di riconoscere negli altri la loro unicità, tollerarla, apprezzarla, comprenderla. Noi esistiamo all’interno delle relazioni, e grazie a queste ci riconosciamo nelle somiglianze e nelle diversità, in questo percorso di riconoscimento dell’unicità nostra e dell’altro possiamo aprire la strada per la prevenzione del conflitto e la costruzione della pace. In questa strada si sono incamminati, tre giovani vicentini di Chiampo: Davide, Maria e Riccardo che hanno scelto di trascorre una parte dell’estate in Brasile per partecipare al Genfest 2024.   Che cos’è il Genfest? Il Genfest è un evento globale, multiculturale e multietnico, con un vasto pluralismo religioso, che ogni 5 anni dal 1970 raduna giovani da tutti gli angoli del pianeta per riflettere insieme su numerose tematiche, guidati da uno spirito di pace e fratellanza. Fu indetto per la prima volta dal Movimento dei Focolari e, visto l’enorme successo, venne ripetuto nel 1975 a Roma. Ha perciò̀ delle forti radici nel cattolicesimo, sebbene sia multireligioso. Quest’anno si è svolto in Brasile, nella località̀ di Aparecida, un comune a circa 180 km da San Paolo. La location tutt’altro che qualsiasi: la Basilica di Nostra Signora di Aparecida, il più̀ importante luogo di preghiera cattolico del Brasile, la più̀ grande chiesa cristiana del continente americano e la più̀ grande al mondo dopo la Basilica di San Pietro in Vaticano. “Juntos para cuidar”, che significa “Insieme per prendersi cura” è il tema che ha riunito giovani provenienti da tutto il mondo, chiamando in causa l’impegno personale di ciascuno, attraverso esperienze di volontariato per mettersi a disposizione delle esigenze del territorio sudamericano. A cui sono seguiti workshop per settori di interesse, incubatori di scambi, idee e proposte, per uno sguardo al dopo-Genfest: come posso portare avanti nella mia realtà ciò che ho imparato qui? Davide, 27 anni, consulente industriale racconta: “In queste due settimane abbiamo respirato il mondo, in varie sue forme. Abbiamo cominciato conoscendo le persone ai margini della società, un’esperienza che mi ha trasmesso come non mai la consapevolezza che ogni essere umano è capace di generare qualcosa di positivo nel giusto contesto, abbiamo avuto conferma che in tutto quello che viviamo e che vogliamo provare a fare non siamo soli, che non c’è barriera linguistica, culturale all’amore, e quindi alla pace”. Riccardo, 25 anni, studente all’ultimo anno di Scienze e Tecnologie per l’ambiente all’università di Padova, si racconta: “È stata un’esperienza unica per le forti emozioni vissuti, per l’ambiente e i compagni di viaggio, 4000 persone da tutto il mondo, da oltre 50 Paesi, tutte in uno stesso punto, l’energia che si respirava era elettrica, eravamo tutti lì per lo stesso motivo e ci accomunava lo stesso obbiettivo: la pace e l’unita tra i popoli. Molti ragazzi si sono attivati per fare l’auto-finanziamento per coprire le spese del viaggio e molti i Volontari che ci hanno aiutato nell’organizzazione dei vari momenti, così come tante le lacrime di gioia versate alla fine dell’esperienza, come diceva un vecchio saggio “Non tutte le lacrime sono un male”. Appena arrivati siamo a Sao Paulo ci siamo divisi nelle varie associazioni per cui avevamo espresso una preferenza al momento dell’iscrizione all’evento, la mia in particolare, era la Fazenda de Esperança a Guaratinguetà, centro di recupero per tossicodipendenti molto diffuso in Brasile. Qui ho passato una settimana a conoscere le storie di tante persone che erano in terapia e di quelli che erano lì a fare volontariato insieme a me, una ventina di persone provenienti da Italia, Iraq, Australia, Nuova Zelanda, Nuova Caledonia e Stati Uniti. Alla Fazenda abbiamo conosciuto persone di varie età, che cercavamo di far rifiorire la loro vita, superando dipendenze da droga, all’alcol, gioco d’azzardo e dipendenza dal web, fino a persone che soffrivano di depressione. Ricordo, Bruno, con una dipendenza da crack e 2 figli giunto finalmente al termine del percorso di recupero, che stava riprogettando il suo futuro, come cuoco nella pizzeria di famiglia, oppure Maicol con problemi di dipendenza da alcol e droghe, oltre ad un passato criminale, con tante lacerazioni nel corpo e nell’anima, dovute all’abbandono della famiglia, la perdita di un figlio e un tentato omicidio nei suoi confronti, tutto questo ad appena 26 anni. Nelle comunità che abbiamo visitato ho potuto vivere con loro la spiritualità del Vangelo e ho potuto toccare con mano la forza e l’amore che ne derivano. Queste storie mi hanno insegnato la riconoscenza alla vita che abbiamo, spesso data per scontata, dal grazie alle persone che ci accompagnano nella vita, al cibo che abbiamo sulla nostra tavola, fino alle confortevoli mura di casa che ci circondano e proteggono”. Durante il Genfest, racconta Maria, 21 anni studentessa di Lettere Storiche all’università di Verona, “abbiamo affrontato il tema della pace nel mondo, abbiamo visto la diversità̀ e la ricchezza delle diverse culture. Ho ascoltato esperienze di

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La Bisiacaria nel mondo

Gruppo Costumi Tradizionali Bisiachi di Turriaco a Rio de Janeiro Da destra: il C.G.Massimiliano Iacchini e il Cav. Franco Miniussi Laddove una variante del dialetto veneto assimila influenze friulane sorge il dialetto bisiaco. Ci riferiamo ad una zona geografica (la Bisiacaria), a me molto cara per aver trascorso un “periodo aureo” della mia vita, posta nella parte meridionale della provincia di Gorizia, inclusa in un triangolo i cui vertici coincidono con il golfo di Panzano, il fiume Isonzo dalla foce a Sagrado e il limite ovest dell’Altopiano Carsico. In altre parole, il dialetto bisiaco altro non è che un idioma risultato della graduale venetizzazione della popolazione storicamente friulana e per ciò ab origine friulanofona e, in minima parte, slovenofona.   Copertina del libro offerto dal Cav. Franco Miniussi a Giuseppe Arnò Da sin.: Giuseppe Arnò, Franco Miniussi e Marco Forgiarini Sul palco Gruppo Costumi Tradizionali Bisiachi  Presentazione degli artisti al Console Generale   Oltre al dialetto e al calore umano che contraddistinguono gli abitanti di detta zona vanno evidenziati il folclore, le tradizioni e la cultura popolare, che all’interno del lessico dei beni culturali, vennero definiti, con una felice espressione coniata nel 1991 dall’antropologo Alberto Mario Cirese, beni demoetnoantropologici. Ora appunto, è sugli artisti del Gruppo Costumi Tradizionali Bisiachi di Turriaco che scriverò brevemente, in occasione della loro tournée brasiliana, che si è conclusa il 13 settembre scorso nella meravigliosa Rio de Janeiro. Detto Gruppo, costituito nel 2000, rappresenta egregiamente la Bisiacaria nel mondo, valorizzando il patrimonio storico, culturale, artigianale, artistico e musicale della stessa attraverso multiformi manifestazioni, anche itineranti, come per l’appunto dimostra la tournée di cui trattasi. Col supporto del Consolato Generale d’Italia e dell’Istituto Italiano di Cultura di Rio de Janeiro, il gruppo si è esibito sul palco del salone del Polo Culturale ItaliaNoRio sul cui sfondo un mega telone ha proiettato le straordinarie eccellenze della regione Friuli Venezia Giulia. Il Console Generale di Rio de Janeiro, Massimiliano Iacchini ha porto il benvenuto agli acclamati ospiti, ricordando il contributo che l’emigrazione giuliana ha fornito alla cultura, all’economia e al carattere nazionale del Brasile, nonché l´importanza che le iniziative artistiche itineranti costituiscono per il mantenimento dei valori che rappresentano. Va segnalata la presenza all’evento del Cav. Franco Miniussi del direttivo AGM, del presidente di AGM-Rio e di vari membri dello staff consolare, tra cui il dott. Marco Forgiarini, prezioso coordinatore del riuscitissimo spettacolo. Attraverso la bellissima esibizione musico-canora degli artisti, la nostalgia (la c.d. saudade) ovvero quel complesso stato emotivo che si manifesta attraverso il desiderio tormentoso di ritornare a luoghi, tempi o eventi del passato, ha toccato i cuori dei presenti originari della Bisiacaria: alcuni attimi… di malinconia, anche se gli scienziati (Routledge e colleghi) affermano che la nostalgia ha una funzione adattiva e un’utilità evolutiva. In una serie di studi essi hanno analizzato come la nostalgia possa sostenere e rinforzare l’attribuzione di senso alla vita. Sarà davvero così? Comunque sia, sul finire, gli artisti hanno improvvisato un divertente ballo di coppia col pubblico presente; una piacevolissima nota che ha conferito all’evento il meritato successo. Ah, quasi dimenticavo…  non è naturalmente mancato l´aperitivo italiano più famoso al mondo: l´Aperol spritz! Giuseppe Arnò

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Porta News

PORTA (PD): UNA STRATEGIA ORGANICA PER UN TURISMO DELLE RADICI CHE INVESTA ANCHE SUL RIENTRO DEGLI ITALO-DISCENDENTI (Comunicato stampa – Roma, 2 settembre 2024) – “Oggi l’inserto “Affari & Finanza” del quotidiano «La Repubblica» dedica un interessante articolo al turismo delle radici, sottolineando come, al di là degli slogan e dei piccoli progetti, siano necessari marketing e investimenti concreti”. A tale proposito, nel corso dell’intervista, l’on. Fabio Porta ha sottolineato che “proprio per questo, insieme ad altri colleghi del Partito Democratico, abbiamo presentato una risoluzione parlamentare che chiede al governo maggiore organicità e una strategia più strutturata per un progetto che rischia di non esprimere appieno le sue potenzialità. Investire sui ‘viaggi di ritorno’ significa anche favorire il rientro delle nuove generazioni di italiani nati all’estero, rappresentando una delle soluzioni efficaci per contrastare l’inverno demografico”. Porta, inoltre, ha ricordato la presentazione della proposta di legge per il rilascio di un visto speciale della durata di cinque anni, destinato ai discendenti di italiani all’estero. “L’obiettivo è incentivare il rientro dei giovani di origine italiana. È un modo per sostenere i nostri connazionali che, in particolare in Venezuela, sono stati costretti a lasciare il Paese per sfuggire agli effetti di una dittatura, ma è anche una misura per contrastare, almeno in parte, il calo demografico. Si tratta di un progetto a lungo termine, che potrebbe essere seguito dall’apposita commissione sugli effetti economici e sociali della transizione demografica, recentemente approvata dalla Camera dei Deputati”.   ON. FABIO PORTA CAMERA DEI DEPUTATI Ufficio: Palazzo Valdina Piazza Campo Marzio, 42 – 00186 Roma Tel. 06 6760 5936 Email: [email protected] https://twitter.com/porta2020 https://www.facebook.com/fabioporta.it https://www.instagram.com/f.porta/

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